Entre ciência, hipóteses e pseudociências

Herman Hesse | WikipédiaO alemão Hermann Hesse (1877 – 1962) foi um dos maiores escritores do século XX. Ganhador do Nobel de literatura em 1946, Hesse tem em sua obra uma profunda influência de questões filosóficas e morais do pós-guerra e da psicanálise (na década de 1930, o autor chegou a tratar-se de uma depressão profunda com o psiquiatra Carl G. Jung, conhecido por fundar a psicologia analítica). Uma das obras mais consagradas – e para muitos, a obra prima do autor -, o Jogo das Contas de Vidro, conta a história de José Servo que chegou ao cargo de magister ludi de uma sociedade intelectual que praticava uma atividade lúdica, cujo nome dá o título ao romance de Hesse, complexa e requintada que definia os valores sociais e que era praticada apenas pelos intelectuais e membros da casta mais alta da sociedade de Cristália, a sociedade utópica onde se passa a história escrita pelo autor. O Jogo das Contas de Vidro tem um viés crítico ao ar de superioridade que o ambiente acadêmico possui sobre outros conhecimentos – em Cristália, o acesso ao Jogo é restrito aos poucos que dele são dignos pela sua inteligência e habilidades matemáticas e artísticas apresentadas durante a infância. Parte dessas críticas que Hesse faz ao academicismo se relaciona com o fato de que quem vive fora de Cristália (ou fora do ambiente acadêmico) não pratica o “jogo”, recorrendo aos misticismos e as emoções em detrimento da razão, justamente pelo distanciamento entre os sábios de Cristália e o restante da população.

[…] Também ficara sabendo por experiência própria que os doentes ou infelizes preferem as inovações mágicas e os exorcismos, tradicionais ou recém-inventados, a sábios conselhos; que o homem prefere ser atingido pela desgraça ou praticar penitência pública a transformar-se interiormente, ou mesmo a fazer um exame de consciência; que acredita mais facilmente em feitiços do que na razão, em exorcismos mais que na experiência: coisas essas que, conforme parece, nos milênios que decorreram desde então, não mudaram tanto como pretendem muitos tratados de História.

As crenças e os misticismos fazem parte da cultura humana e não é papel da ciência procurar modificar ou extinguir a presença do credo na vida de qualquer pessoa. Entretanto, a ciência tem como um de seus papeis sociais mostrar que certas visões de mundo podem se modificar e que essas mudanças trazem benefícios para todos: o abandono da ideia de que as vacinas não são eficientes se apoiando em crenças de efeitos colaterais graves ou de vigilância governamental (?) é um exemplo disso. Acreditar nos perigosos efeitos colaterais sem nenhuma evidência científica e, por conta disso, deixar de se vacinar é uma crença que pode ser modificada com a análise do que a ciência sabe sobre o assunto.

Mas como é que podemos diferenciar o conhecimento científico de outros tipos de conhecimentos?

O que é ciência, afinal?

Ao longo da história da ciência, diversos modos de se definir e de se praticar a ciência foram propostos, adotados, modificados. Rubem Alves (1933 – 2014), em seu livro “O que é científico?” (Edições Loyola, 2009), exemplifica a criação e a mudança dos métodos da ciência com o olhar crítico que Hesse tem sobre o academicismo e a dificuldade em acessar o conhecimento científico por conta de seu refinamento e erudição:

Colega aposentado com todas as credenciais e titulações. Fazia tempo que a gente não se via. Entrou no meu escritório sem bater e sem se anunciar. E nem disse bom-dia. Foi direto ao assunto:

– Rubão, estou escrevendo um livro em que conto o que aprendi através da minha vida. Mas eles dizem que o que escrevo não serve. Não é científico. Rubão: o que é científico?

Havia um ar de indignação e perplexidade na sua pergunta. Uma sabedoria de vida tinha de ser calada: não era científica. As inquisições de hoje, não é mais a igreja que faz.

Não sou filósofo. Eles sabem disso e nem me convidam para seus simpósios eruditos. Se me convidassem eu não iria. Faltam-me as características essenciais. Nietzsche, bufão, fazendo caçoada, cita Stendhal sobre as características do filósofo: ” Para se ser um bom filósofo é preciso ser seco, claro e sem ilusões. Um banqueiro que fez fortuna tem parte do caráter necessário para se fazer descobertas em filosofia, isto é, para ver com clareza dentro daquilo que é.”

Não sou filósofo porque não penso a partir de conceitos. Penso a partir de imagens. Meu pensamento se nutre do sensual. Preciso ver. Imagens são brinquedos dos sentidos. Com imagens eu construo estórias.

E foi assim que, no preciso momento em que meu colega formulou sua pergunta perplexa, chamadas por aquela pergunta augusta, apareceram na minha cabeça imagens que me contaram uma estória:

“Era uma vez uma aldeia às margens de um rio, rio imenso cujo lado de lá não se via, as águas passavam sem parar, ora mansas, ora furiosas, rio que fascinava e dava medo, muitos haviam morrido em suas águas misteriosas, e por medo e fascínio os aldeões haviam construído altares às suas margens, neles o fogo estava sempre aceso, e ao redor deles se ouviam as canções e os poemas que artistas haviam composto sob o encantamento do rio sem fim.

O rio era morada de muitos seres misteriosos. Alguns repentinamente saltavam de suas águas, para logo depois mergulhar e desaparecer. Outros, deles só se viam os dorsos que se mostravam na superfície das águas. E havia as sombras que podiam ser vistas deslizando das profundezas, sem nunca subir à superfície. Contava-se, nas conversas à roda do fogo, que havia monstros, dragões, sereias, e iaras naquelas águas, sendo que alguns suspeitavam mesmo que o rio fosse morada de deuses. E todos se perguntavam sobre os outros seres, nunca vistos, de número indefinido, de formas impensadas, de movimentos desconhecidos, que morariam nas profundezas escuras do rio.

Mas tudo eram suposições. Os moradores da aldeiam viam de longe e suspeitavam – mas nunca haviam conseguido capturar uma única criatura das que habitavam o rio: todas as suas magias, encantações, filosofias e religiões haviam sido inúteis: haviam produzido muitos livros mas não haviam conseguido capturar nenhuma das criaturas do rio.

Assim foi, por gerações sem conta. Até que um dos aldeões pensou um objeto jamais pensado. ( O pensamento é uma coisa existindo na imaginação antes dela se tornar real. A mente é útero. A imaginação a fecunda. Forma-se um feto: pensamento. Aí ele nasce…). Ele imaginou um objeto para pegar as criaturas do rio. Pensou e fez. Objeto estranho: uma porção de buracos amarrados por barbantes. Os buracos eram para deixar passar o que não se desejava pegar: a água. Os barbantes eram necessários para se pegar o que se deseja pegar: os peixes. Ele teceu uma rede.

Todos se riram dele quando ele caminhou na direção do rio com a rede que tecera. Riram-se dos buracos dela. Ele nem ligou. Armou a rede como pode e foi dormir. No dia seguinte, ao puxar a rede, viu que nela se encontrava, presa, enroscada, uma criatura do rio: um peixe dourado.

Foi aquele alvoroço. Uns ficaram com raiva. Tinham estado tentando pegar as criaturas do rio com fórmulas sagradas, sem sucesso. Disseram que a rede era objeto de feitiçaria. Quando o homem lhes mostrou o peixe dourado que sua rede apanhara eles fecharam os olhos e o ameaçaram com a fogueira.

Outros ficaram alegres e trataram de aprender a arte de fazer redes. Os tipos mais variados de redes foram inventados. Redondas, compridas, de malhas grandes, de malhas pequenas, umas para serem lançadas, outras para ficarem à espera, outras para serem arrastadas. Cada rede pegava um tipo diferente de peixe.

Os pescadores-fabricantes de redes ficaram muito importantes. Porque os peixes que eles pescavam tinham poderes maravilhosos para diminuir o sofrimento e aumentar o prazer. Havia peixes que se prestavam para ser comidos, para curar doenças, para tirar a dor, para fazer voar, para fertilizar os campos e até mesmo para matar. Sua arte de pescar lhes deu grande poder e prestígio e eles passaram a ser muito respeitados e invejados.

Os pescadores-fabricantes de redes se organizaram numa confraria. Para se pertencer à confraria era necessário que o postulante soubesse tecer redes e que apresentasse, como prova de sua competência, um peixe pescado com as redes que ele mesmo tecera.

Mas uma coisa estranha aconteceu. De tanto tecer redes, pescar peixes e falar sobre redes e peixes, os membros da confraria acabaram por esquecer a linguagem que os habitantes da aldeia haviam falado sempre e ainda falavam. Puseram, no seu lugar, uma linguagem apropriada às suas redes e os seus peixes, e que tinha de ser falada por todos os seus membros, sob pena de expulsão.

A nova linguagem recebeu o nome de ictiolalês ( do grego “ichthys” = peixe + “lalia”= fala ). Mas, como bem disse Wittgenstein, alguns séculos depois ” os limites da minha linguagem denotam os limites do meu mundo”. O meu mundo é aquilo sobre o que posso falar. A linguagem estabelece uma ontologia. Os membros da confraria, por força dos seus hábitos de linguagem, passaram a pensar que somente era real aquilo sobre que eles sabiam falar, isto é, aquilo que era pescado com redes e falado em ictiolalês. Qualquer coisa que não fosse peixe, que não fosse apanhado com suas redes, que não pudesse ser falado em ictiolalês, eles recusavam e diziam: “Não é real”.

Quando as pessoas lhes falavam de nuvens eles diziam: ” Com que rede esse peixe foi pescado?” A pessoa respondia: “Não foi pescado, não é peixe.” Eles punham logo fim à conversa: “Não é real”. O mesmo acontecia se as pessoas lhes falavam de cores, cheiros, sentimentos, música, poesia, amor, felicidade. Essas coisas, não há redes de barbante que as peguem. A fala era rejeitada com o julgamento final: ” Se não foi pescado no rio com rede aprovada não é real.”

As redes usadas pelos membros da confraria eram boas? Muito boas.

Os peixes pescados pelos membros da confraria eram bons? Muito bons.

As redes usadas pelos membros da confraria se prestavam para pescar tudo o que existia no mundo? Não. Há muita coisa no mundo, muita coisa mesmo, que as redes dos membros da confraria não conseguem pegar. São criaturas mais leves, que exigem redes de outro tipo, mais sutis, mais delicadas. E, no entanto, são absolutamente reais. Só que não nadam no rio.

Meu colega aposentado com todas as credenciais e titulações: mostrou para os colegas um sabiá que ele mesmo criara. Fez o sabiá cantar para eles e eles disseram: “Não foi pego com as redes regulamentares; não é real; não sabemos o que é um sabiá; não sabemos o que é o canto de um sabiá…”

Sua pergunta está respondida, meu amigo: o que é científico?

Resposta: é aquilo que caiu nas redes reconhecidas pela confraria dos cientistas. Cientistas são aqueles que pescam no grande rio… […]

As redes citadas por Rubem Alves é o que convencionamos chamar de método científico. Este método consiste em um conjunto de práticas que resultam em alguma resposta relacionada ao fenômeno que é pesquisado – e uma resposta indefinida ou negativa também é uma resposta.

Ao longo da história humana, diversas “redes” (ou métodos científicos) foram propostos baseados em concepções filosóficas e amparados em questões morais, religiosas e sociais de cada época.

É comum pensar que o método se inicia com a observação de um fenômeno, o que acaba reforçando o estereótipo de que o cientista é uma pessoa que observa o mundo ou tubos de ensaio em busca de respostas que estão ali, esperando para serem vistas (ou fisgadas). Também é recorrente o pensamento de que, ao seguir cada prática proposta para aquilo que denominamos como o método cientifico, o cientista encontrará a resposta que será considerada a verdadeira e definitiva sobre o assunto estudado. Assim, o conhecimento científico derivaria exclusivamente daquilo que nossos sentidos nos evidenciam e que esses mesmos sentidos seriam suficientes para extrair toda a verdade que existe em naquilo que é estudado.

Etapas do desenvolvimento do conhecimento científico (à esquerda) e as etapas de formação de um conhecimento pseudocientífico ou falsa ciência | Wikipédia

Só que os nossos sentidos não são lá muito precisos, certo? Uma moeda pode muito bem encobrir o diâmetro do Sol quando colocada entre nossos olhos e o céu. Não vemos a olho nu as bactérias e vírus e isso, durante muitos anos, foi um entrave para se determinar a verdadeira causa de doenças. Portanto, confiar em nossos sentidos nem sempre é uma boa ideia quando tentamos nos aproximar da verdade relacionada ao conhecimento que temos sobre o mundo.

Se não podemos confiar plenamente em nossos sentidos, então, outras formas de desenvolver e verificar o conhecimento científico devem ser aplicáveis. Foi na década de 1930 que o filósofo austríaco Karl Popper (1902-1994) propôs o princípio da falseabilidade em que todo conhecimento considerado científico deve ser passível de ser falseado, isto é, deve ser verificável de algum modo para que a sua falsidade (ou incorreção) seja determinada. Segundo esse princípio, nenhum conhecimento científico é imutável e a verdade final, absoluta, sobre qualquer conhecimento é inatingível.

Não importa quantos cisnes brancos você veja durante a vida; isso nunca lhe dará certeza de que cisnes negros não existem – Karl Popper

Um exemplo da aplicação do princípio da falseabilidade: imagine que você queira saber se o canto de um determinado pássaro (um sabiá, por exemplo) é aprendido com outros pássaros de sua mesma espécie. Neste caso, poderia se observar, por exemplo, se um filhote, mesmo quando colocado no ninho de outra espécie, canta como um sabiá ou se ela cantará como os pássaros daquela espécie em que fora colocado. Desta forma, poderíamos verificar se a afirmação sobre a procedência do canto dos sabiás é corresponde ou não aos fatos.

A ideia de que o conhecimento científico deve ser passível de verificação leva a outra que é também um de seus pilares: a reprodutibilidade. Em tese, os conhecimentos científicos devem ser passíveis de serem verificáveis em qualquer local e em qualquer época – evidentemente, os instrumentos e conhecimentos teóricos adequados para tal.

A hipótese: o elemento que distingue o conhecimento científico de outros tipos de conhecimentos

Graças ao princípio da falseabilidade, todo conhecimento considerado científico é passível de verificação. É esse aspecto que torna o conhecimento científico diferente de outros tipos de conhecimentos: não existem dogmas ou verdades absolutas. A mudança de concepções, ideias, leis, teorias se dá pela ruptura (ou descarte) das teorias antigas ou pela proposição de novas que são mais abrangentes do que as suas antecessoras. Por isso, nem sempre uma comprovação experimental é necessária: o argumento e a relação entre o que é proposto e conhecimento científico já verificado também são meios de se modificar o que se entende sobre determinado assunto.

As relações teóricas, que nem sempre podem ser falseadas experimentalmente no momento de sua proposição, podem muito bem serem aceitas como conhecimento científico, já que ainda que não vinculadas a um experimento, elas podem ser verificadas quanto a relação lógica e conceitual existente entre o que é proposto e o que é consenso científico.

Mas neste momento, querido leitor e querida leitora, você pode se perguntar: “se o conhecimento científico é provisório e não é superior a outros tipos de conhecimento, então, porque tenho que levá-lo em consideração?”. Bem, é uma pergunta justa em primeiro momento. Entretanto, deve-se ter em mente que o conhecimento científico não é uma crença em si mesmo, mas sim, um modo de minimizar erros e deturpações da realidade dos fatos. Outros sistemas, como as teorias conspiratórias e as pseudociências, não tem o caráter de autoverificação, pois são dois sistemas baseados em crenças, e não em evidências coletadas sistematicamente.

É por isso que todo e qualquer conhecimento para ser considerado cientificamente aceito, deve passível de ser verificado. Caso contrário, teremos contato com uma típica pseudociência.

Sem falseabilidade, sem ciência

Se o critério da falseabilidade é elemento essencial para a classificação de um conhecimento como científico, ele também distingue aquilo que tem cara de ciência, jeito de ciência, mas não é científico: as pseudociências. As pseudociências (pseudo = falso; ciência = conhecimento) são as teorias da conspiração aplicadas ao conhecimento científico e recebem esse nome sob o ponto de vista popperiano por utilizarem algumas características do trabalho científico, mas por suas proposições não serem falseáveis sob nenhuma forma, de modo que seus resultados e conclusões são baseadas em crenças ou deduções de natureza política, social ou religiosa ou ainda, quando seus resultados inconclusivos ou incorretos sob o ponto de vista teórico da pseudociência são explicados por alegações subjetivas (por exemplo, quando a alegação de que a posição dos planetas interfere em nosso cotidiano é pseudocientífica não apenas por suas alegações não serem totalmente falseáveis, mas também, por serem sujeitas a alegações como “você não teve fé suficiente” ou “o seu ascendente estava retrógrado demais e isso influenciou no resultado”). Além disso, a pseudociência possui características como: estar baseada em uma conclusão antes de possuir elementos teóricos – o que seria mais ou menos como pintar um alvo onde uma flecha cair – e ser hostil à dúvida (reforçando o sistema de crenças que a baseia).

Elementos do método científico de uma ciência em comparação com o de uma pseudociência | Wikipédia

Exemplos de pseudociências e de sua presença em nosso cotidiano são dados aos montes: a astrologia, a numerologia, a ufologia, a grafologia, a telecinese, o design inteligente, entre tantas outras. O problema da existência das pseudociências é a negação do conhecimento científico, que é modificável e tem a possibilidade de ser verificado e reproduzido sob as mesmas circunstâncias em detrimento de um sistema de crenças que é potencialmente danoso, especialmente quando lida em questões de saúde pública (com a homeopatia, por exemplo), filosóficas e sociais.

Não é que a ciência se sobressaia sobre outros conhecimentos. É que outros conhecimentos não podem ser considerados e propagados como se fossem ciência, sendo que não o são. Mais do que desonesto, isso é danoso para um mundo em que charlatões e picaretas atuam sob os mais diversos interesses para alcançar os seus objetivos, especialmente em um mundo em que o conhecimento científico é acessível aos dele se dizem dignos, tal qual a Cristália de Hesse.

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